O alvará de 12 de outubro de 1808, assinado pelo príncipe regente Dom João, instituiu no Rio de Janeiro o Banco do Brasil. O ato declarava como objetivos pôr em ação os capitais parados, promover a indústria nacional e ajudar o Estado a captar recursos para suas atividades.
Havia escassez de moedas metálicas na colônia, atribuída à cobrança de impostos, ao esgotamento das minas e ao aumento do comércio após a abertura dos portos. O governo português criou o banco por não conseguir financiar seus gastos públicos.
Faltou procura pelas ações. A Coroa concedeu privilégios e pediu que membros do governo e funcionários as comprassem, e por isso o banco só abriu em 11 de dezembro de 1809. Em 20 de outubro de 1812 outro alvará fez a Real Fazenda entrar como acionista. O banco seria liquidado em 1829.