Em 19 de outubro de 2026, o procurador-geral Paulo Gonet enviou ao presidente do STF, Edson Fachin, parecer contra o pedido do ministro Alexandre de Moraes para investigar André Mendonça por abuso de autoridade. Para Gonet, a conduta de Mendonça não se enquadra na Lei de Abuso de Autoridade, e os relatórios de inteligência da PF pedidos por Moraes não servem como prova.
Até 20 de outubro, a vista de Flávio Dino seguia pendente, e os processos do Master e do INSS estavam havia 38 dias na Presidência do STF, sem decisão do Plenário.