Na noite de 13 de outubro de 2026, a PGR enviou ao STF parecer contra o afastamento do diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, e do diretor de Inteligência, Leandro Almada, assinado pelo procurador-geral Paulo Gonet e por três subprocuradores. Segundo o parecer, a medida exigiria provas de participação imprópria em atos ilícitos, a posição hierárquica sozinha não basta e os relatórios não mostram vigilância pessoal de Mendonça.
No mesmo dia, o presidente do STF, Edson Fachin, reuniu-se com Andrei por cerca de uma hora e meia e determinou que a PF envie ao STF, sem exceção, todas as menções a ministros encontradas na investigação. Caberá ao Plenário decidir, depois de ouvir a PGR, se abre investigações.