Em 15 de setembro de 2026, o Plenário do STF fez sessão extraordinária sobre a Pet 16.662. De madrugada, Alexandre de Moraes havia entregue defesa escrita de 44 páginas em que chamou os diálogos de "fantasiosos", negou ter atuado em casos do Master ou do escritório da esposa e pediu a nulidade da decisão de Mendonça. Na sessão, acusou Mendonça de exigir que investigadores incluíssem seu nome numa eventual delação de Vorcaro, o que Mendonça chamou de mentira. Moraes também argumentou que não há investigação formal contra ele.
O procurador-geral Paulo Gonet negou relação de proximidade com Vorcaro e disse que o encontrou uma só vez, em abril de 2024, com várias autoridades. No mesmo dia, enviou ao Conselho Superior do MPF defesa de 37 páginas.
Gilmar Mendes propôs julgar juntas as Pets 16.662 e 16.704 e sortear novo relator. O placar ficou em 4 a 3 pelo julgamento separado, com Fachin como relator: Fachin, Cármen Lúcia, Fux e Mendonça contra Gilmar, Moraes e Zanin. Nunes Marques se declarou impedido e Toffoli, suspeito. Flávio Dino pediu vista, e o mérito, inclusive o pedido de nulidade da PGR, não foi examinado.