Em 10 de fevereiro de 2026, o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, entregou ao presidente do STF, Edson Fachin, um relatório de cerca de 200 páginas sobre Dias Toffoli. O pedido de suspeição tinha quatro pontos: a participação dele em eventos patrocinados pelo Master, o resort Tayayá, o trabalho da ex-mulher em um escritório ligado a Vorcaro e um processo no STF. Em 12 de fevereiro, os dez ministros se reuniram em sessão fechada; o Tribunal publicou nota rejeitando o pedido de suspeição, Toffoli deixou a relatoria e o inquérito foi redistribuído no mesmo dia a André Mendonça.
Em março, Toffoli negou ter tido acesso à quebra de sigilo do celular de Vorcaro.