Em outubro de 2019, depois de Vorcaro apresentar um plano de negócios revisado e aportar capital, o Banco Central aprovou a compra do banco por decisão unânime do colegiado (voto 218/2019, relatado por Pinho de Mello). Segundo a imprensa, já sob a presidência de Roberto Campos Neto, Vorcaro fez ajustes contábeis e regularizou pendências fiscais, e o BC entendeu não ter base legal sólida para vetar, pois não havia condenações definitivas contra ele.
A imprensa registra que Paulo Sérgio Neves de Souza, então diretor de fiscalização do BC, participou da aprovação; a PF suspeita que Vorcaro o cooptou para obter informações privilegiadas, e a defesa dele nega irregularidades.