Em 13 de fevereiro de 2019, o Banco Central rejeitou o pedido de transferência de controle do Banco Máxima (voto 20/2019, relatado por Sidnei Corrêa Marques). Segundo documentos do BC obtidos pela imprensa via Lei de Acesso à Informação, Vorcaro e os demais interessados não comprovaram a origem dos recursos da capitalização nem a capacidade econômica para assumir o controle, e técnicos suspeitaram de "circularização" de recursos, isto é, dinheiro que apenas circulava entre empresas ligadas. Os R$ 40 milhões usados na compra da fatia de Saul Sabbá vieram da Viking Participações. A defesa de Vorcaro não comentou na reportagem.
Decisão regulatória
Banco Central barra a primeira tentativa de Vorcaro de controlar o Banco Máxima
Para o BC, ele não comprovou de onde vinha o dinheiro nem que tinha condições de assumir o banco. Técnicos suspeitaram de recursos circulando entre empresas ligadas.