Em 3 de setembro de 2026, no inquérito das fake news (Inq 4.781), o ministro Alexandre de Moraes retirou o sigilo de uma decisão que aponta supostas irregularidades do ministro André Mendonça e a enviou ao presidente do STF, Edson Fachin. Com ela foram relatórios de inteligência da PF sem assinatura nem timbre, marcados "sem valor probatório".
No mesmo dia, Fachin abriu a Pet 16.704 e deu cinco dias úteis para que Moraes, Mendonça, o procurador-geral Paulo Gonet e o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, se manifestassem. A Andrei, perguntou se a PF enviou os autos ao STF ao ver indício de crime de magistrado, se usou credenciais institucionais para acessar documento privado e se repassou dados sigilosos a investigado. Fachin ressalvou que isso não antecipa juízo de mérito.