Em 14 de janeiro de 2026, a PF cumpriu 42 mandados de busca e apreensão determinados pelo ministro Dias Toffoli, relator do caso no STF, em São Paulo, Bahia, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro, e a Justiça determinou o sequestro e o bloqueio de bens e valores superiores a R$ 5,7 bilhões, segundo a imprensa. A fase apura organização criminosa, gestão fraudulenta, manipulação de mercado e lavagem de capitais. Entre os alvos estão endereços ligados a Daniel Vorcaro, que cumpria prisão domiciliar, parentes dele, o empresário Nelson Tanure e João Carlos Mansur, ex-presidente da Reag Investimentos. A PF apreendeu carros e relógios de luxo.
Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro, foi abordado no aeroporto de Guarulhos quando tentava embarcar para Dubai e detido para o cumprimento de mandados de busca; a imprensa informa não haver informação de prisão preventiva naquele episódio. A defesa de Tanure nega relação societária com o Master e diz que ele foi apenas cliente.
Segundo a imprensa, as investigações apontam um esquema de operações de crédito falsas, em que carteiras simuladas eram negociadas com outros bancos e, depois da aprovação contábil, substituídas por outros ativos sem avaliação técnica, o que mascararia prejuízos e inflaria balanços.