Em 27 de dezembro de 2025, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, arquivou o pedido de um advogado para investigar o ministro Alexandre de Moraes e sua esposa, Viviane Barci de Moraes. O pedido se baseava nas reuniões de Moraes com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e no contrato do escritório Barci de Moraes com o Banco Master.
Gonet afirmou que havia "absoluta ausência de lastro probatório mínimo", que o pedido se apoiava apenas em reportagens e que não via ilegalidade no contrato.