Em 23 de dezembro de 2025, o ministro Alexandre de Moraes disse que suas reuniões com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, trataram apenas dos efeitos da Lei Magnitsky, aplicada contra ele pelos Estados Unidos. Ele afirmou ter se reunido também com grandes bancos e entidades do setor sobre o mesmo tema. O Banco Central confirmou as reuniões e disse que trataram dos efeitos da lei.
Em nova nota, na noite do mesmo dia, Moraes informou duas reuniões em seu gabinete, em 14 de agosto e 30 de setembro, esta depois de a lei ser aplicada à sua esposa. Disse que não houve pressão sobre a compra do Master pelo BRB e que não existiu ligação telefônica entre os dois.