Segundo documento do Ministério Público Federal noticiado em novembro de 2025, o BRB transferiu R$ 16,7 bilhões ao grupo Master entre julho de 2024 e 3 de outubro de 2025. Desse total, o Master teria revendido ao BRB, por R$ 12,2 bilhões, carteiras de crédito que adquirira de uma empresa chamada Tirreno: R$ 6,7 bilhões pelas carteiras e R$ 5,5 bilhões como "prêmio". Segundo a reportagem, o BRB só cancelou o negócio depois de pagar os R$ 12,2 bilhões, e o Banco Central também encontrou outros R$ 4 bilhões em carteiras recebidas pelo BRB, com pagamento de prêmio.
A defesa de Vorcaro afirma, conforme reportado, que as carteiras foram trocadas por ativos regularmente registrados e auditados e que o BRB aprovou as compras segundo normas técnicas e contábeis.